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MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal promove atividades culturais gratuitas que destacam a representatividade e a inclusão na sociedade

Dando sequência a programação digital - instaurada desde novembro de 2020 devido a pandemia do novo Coronavírus - o espaço convida o público a participar de atividades culturais que destacam o Dia Mundial da Água, além de iniciativas que reverberam a inf

Além de promover um interessante debate de interseção entre as áreas da tecnologia, artes e ciência, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal ocupa uma posição de prestígio como fomentador da programação cultural de Belo Horizonte. Para dar sequência a sua atuação neste sentido, o espaço realizará uma série de atividades ao longo do mês de março, que convidam o público a reflexão profunda e questionadora do mundo contemporâneo.

Um dos destaques das ações culturais do MM Gerdau para março, é o bate-papo em parceria com o Grupo Africanidades – um coletivo que propõe reflexões sobre a diáspora negra – que será realizado nesta quinta-feira (04/03), às 19h. Promovido de forma virtual, por meio de uma transmissão ao vivo no Youtube do MM Gerdau (https://www.youtube.com/user/MuseuMinasMetal), a conversa debaterá a respeito da relação entre a população afro-brasileira e a cidade, a arquitetura, o design e a ocupação urbana.

A conversa contará com a participação da Prof. Drª Josemeire Alves Pereira, Lisandra Mara Silva (arquiteta da Urbel e mestra em Arquitetura e Urbanismo), Natália Alves da Silva (jornalista e doutoranda em Planejamento Urbano e Regional), além do Prof. Dr. Cristiano Cezarino Rodrigues.

Outra atividade de destaque para este mês será o bate-papo entre o fotógrafo Fernando Piancastelli e Luiz Ribeiro (jornalista e Coordenador de Comunicação do Comitê CBH Rio das Velhas), focado na discussão a respeito do registro fotográfico feito por Piancastelli no rio Samburá. O encontro tem como objetivo ecoar e ressoar o Dia Mundial da Água – instituído pela ONU em 22 de março – e as consequentes discussões a respeito da conscientização sobre o uso responsável da água, assim como da conservação e desenvolvimento de recursos hídricos.

Embora pouco conhecido, o rio Samburá é, sem dúvida, um curso d’água de grande importância para o Brasil, já que ele é considerado nascente da bacia hidrográfica do São Francisco.

Diante da inexistência de material visual e informações de qualidade disponíveis, o fotógrafo belo-horizontino Fernando Piancastelli idealizou um livro que visa revelar o  verdadeiro berço das águas do Velho Chico, sua importância cultural e ambiental,  esclarecendo um equívoco histórico quando no século XVII foi determinada a localização  da nascente principal do Rio São Francisco em um local que hoje faz parte do Parque Nacional da Serra da Canastra - quando, na verdade, a nascente se encontrava no rio Samburá, aproximadamente 40 km em linha reta de distância daquele ponto, no município de Medeiros, planalto de Araxá.

Em fase de produção, o livro - cuja pesquisa, produção e texto serão de autoria do jornalista Luiz Ribeiro - será composto por imagens que retratam diversas paisagens,  peculiaridades, pessoas, tradições culturais, mapas, histórias, entre outros pontos que estão inseridos na região e principalmente nos 147 km de extensão do rio Samburá,  desde a nascente geográfica até a confluência com o Velho Chico.

O debate sobre as águas deve estar presente nas interseções de nosso dia a dia, nas perspectivas científicas, tecnológicas e artísticas e é por isso que o museu traz uma viagem fotográfica ao rio Samburá na quinta-feira (11/04), às 19h, por meio de uma live no Youtube: https://www.youtube.com/user/MuseuMinasMetal.

Toda a programação do mês de março segue sendo realizada no meio digital devido ao fechamento do Museu motivado pela pandemia do COVID-19.

:: SOBRE O MM GERDAU O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal ::

 |@mmgerdau |  

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, integrante do Circuito Liberdade desde 2010, é um museu de ciência e tecnologia que apresenta de forma lúdica e interativa a história da mineração e da metalurgia. Em 20 áreas expositivas, estão 44 exposições que apresentam, por meio de personagens históricos e fictícios, os minérios, os minerais e a diversidade do universo da Geociências.

O Prédio Rosa da Praça da Liberdade, sede do Museu, foi inaugurado em 1897, juntamente com Belo Horizonte. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA), o edifício passou por meticuloso trabalho de restauro, que constatou que a decoração interna seguiu o gosto afrancesado da época, com vocabulário neoclássico e art nouveau.  O projeto arquitetônico para a nova finalidade do Prédio Rosa, que já foi Secretaria do Interior e da Educação, foi feito por Paulo Mendes da Rocha e a expografia, que usa a tecnologia como aliada da memória e da experiência, é de Marcello Dantas.

O Museu funciona de terça a domingo, das 12 às 18h, e na quinta, das 12 às 22h, entrada franca. Para além da exposição permanente, o MM Gerdau oferece uma programação diversa e para todas as idades. Todas as atividades são gratuitas.

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal é patrocinado pela Gerdau, via lei Federal de Incentivo à Cultura, com o apoio da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM).

PROGRAMAÇÃO e INFORMAÇÕES COMPLETAS: @mmgerdau

Instagram: @mmgerdau

Foto: Divulgação

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