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“Pluft! O Fantasminha”

Melhor espetáculo infantil de Minas Gerais de 2012 pelo prêmio Usiminas Sinparc está de volta em curta temporada.

Em um sótão de uma casa vive uma divertida família de fantasmas: o fantasminha Pluft, que tem muito medo de gente; a Mãe, que faz deliciosos pasteis de vento; e Tio Gerúndio, que passa todo o tempo dormindo dentro de um baú. A tranquilidade do lugar termina quando o pirata Perna-de-Pau aparece trazendo a linda menina Maribel que fora raptada por ele. O vilão está em busca do tesouro do avô da garotinha, o capitão Bonança, que morreu no mar e – ao que tudo indica – deixou sua herança escondida naquele sótão. O que não se esperava é que uma bela amizade iria se formar entre Pluft e Maribel dando um novo rumo à história. Os risos ficam por conta dos amigos da menina, o trio de marinheiros João, Julião e Sebastião, que vai a sua procura para salvá-la.

A peça teatral “Pluft, o fantasminha” foi escrita pela dramaturga brasileira Maria Clara Machado em 1955 e se tornou um clássico do teatro infantil traduzida para dez diferentes línguas e representada em mais de trinta países. Ela foi encenada pela primeira vez no Tablado, no Rio de Janeiro, em setembro de 1955, com direção da própria autora. “Pluft, o fantasminha” é uma carta de poesia, bom humor e maliciosa inocência, impregnada de um tocante calor humano.

Montagem Mineira

 

A estreia do espetáculo em Belo Horizonte ocorreu no dia cinco de julho de 2012 e surpreendeu público e crítica. No ano seguinte, a peça ganhou os prêmios de melhor atriz adjuvante, melhor figurino, melhor trilha sonora e melhor espetáculo infantil do ano.

 

A trilha original dessa nova montagem mineira do clássico de Maria Clara Machado foi composta pelo músico, dramaturgo e ator Leo Mendonza. Ela tem influências que remetem ao clima de inocência das músicas da Jovem Guarda e as sonoridades de grupos da soul music da década de 1960 como The Supremes, Temptations e Four Tops da lendária gravadora Motown Records. As letras descrevem temas do universo infantil como o confrontar dos medos, os encontros de amizade, a valorização das ligações familiares e as descobertas do processo de crescimento da criança.

O mesmo clima da década de 1960 colore também o figurino do espetáculo criado por Kalluh Araújo. A direção e cenografia fica a cargo de Diego Benicá, produtor em Belo Horizonte e proprietário da Copas Produções Artísticas. Com elenco de oito atores cantores, uma produção exímia da Copas Produções Artísticas, coreografias de Cristiano Reis e direção vocal de Beto Sorolli, o musical encanta crianças e adultos.

A autora

Maria Clara Machado nasceu em Belo Horizonte em 1921 e faleceu em 2001. Foi fundadora de uma importante escola de teatro e companhia brasileira: o Tablado. É uma personalidade do teatro para crianças, reconhecida internacionalmente. Já escreveu peças como “A Bruxinha que era boa”, “O rapto das cebolinhas”, “O Aprendiz de feiticeiro”, “A gata borralheira”, entre outros clássicos.

Sua primeira grande peça, “O boi e o burro a caminho de Belém”, de 1953, era um auto de Natal que rendeu ótimas críticas. A peça foi originalmente escrita para teatro de bonecos, mas, no fim, acabou sendo montada com atores. De qualquer forma, foi em 1955 que surgiu o maior sucesso do Tablado e o texto mais montado de Maria Clara Machado: “Pluft, o fantasminha”. Essa peça, que conta com humor, poesia e diversas situações, foi considerada pela própria autora como sua obra mais completa.


A produtora

A Copas Produções Artísticas foi criada em maio de 2010 pelo empresário Diego Benicá para atender, exclusivamente, ao segmento artístico e suas demandas no que diz respeito a trabalhos de assessoria de imprensa e produção, com ênfase no teatro para crianças. Oferecendo serviços de qualidade, a Copas se apresenta como uma importante empresa para disseminação da cultura na capital mineira. Entre os espetáculos produzidos pela produtora está o infantil “Pluft! O Fantasminha” – musical com 10 indicações ao prêmio Usiminas Sinparc e vencedor nas categorias melhor trilha sonora, figurino, atriz coadjuvante e melhor espetáculo infantil de 2013. Entre outros títulos então: “A Bruxinha que era Boa”, “ A Bela e a Fera” (vencedor no prêmio Copas Sinparc nas categorias Maior Público e Melhor Iluminação), “ O Rei Leão”, “ O Pequeno Príncipe” (vencedor no prêmio Copas Sinparc na categoria melhor Ator Cadjuvante), “Os Saltimbancos”, “As Histórias das Princesas e seus Príncipes”, “Alice no País das Maravilhas” e "O Sítio do Picapau Amarelo".

Foto: Guto Muniz

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