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Savassi Festival acontece de 21 a 31 de outubro conectando público e artistas e revigora a cena cultural de Belo Horizonte

Além dos shows de artistas consagrados e jovens músicos, a edição 2021 tem programas de rádios, webséries, workshops, encontros da música com a literatura, dentre outras novidades que vão acontecer em vários locais da cidade e também online

A cada edição, o Savassi Festival se consolida como um grande encontro para além da difusão da música instrumental e do entretenimento de qualidade. O festival é uma oportunidade para celebrar a reunião de pessoas, convergindo ideias e trabalho colaborativo e, desta maneira, fortalecendo a cena cultural de Belo Horizonte e todo o conjunto de iniciativas que a envolve. Especialmente neste ano de 2021, em que ainda atravessamos o período da pandemia, o festival enfrenta o desafio de reconquistar espaços e criar novos, mantendo um calendário primoroso de atividades, conectando público e lugares diversos da cidade durante 10 dias. De 21 a 31 de outubro, o Savassi Festival mostra os frutos de um trabalho extenso e desafiador para manter o viço da programação e a cidade em movimento.

Nomes consagrados e jovens músicos compõem todo o programa, proporcionando um intercâmbio entre os artistas e um momento para o público apreciar o que vem sendo produzido na música instrumental em contextos diversos. Toda a programação está disponível no site do Savassi Festival. https://www.savassifestival.com.br/home/

Considerando as circunstâncias da pandemia, o criador do festival, Bruno Golgher, e toda a sua equipe de produção tiveram que adaptar o evento ao que é adequado e possível de ser realizado. “O festival foi muito pensado neste período de renascimento e recuperação, e pensei na Savassi e como festival poderia se ligar ao comércio da região, uma força de desenvolvimento econômico local. Porque o comércio sofreu enormemente e o festival poderia ser uma pequena ajuda das pessoas se juntarem , frequentar os lugares, de ser de fato uma força de renascimento e recuperação” diz Bruno Golgher.

Bruno Golgher reuniu um time de curadores que conhece muito bem a cidade e seus músicos e incluiu novidades na programação, que a cada ano atinge novas conexões para a produção e a fruição do fazer artístico e, agora, torna o festival multimídia. O público cativo e novos espectadores, além dos shows online, vão poder assistir duas webséries sobre o festival e ouvir dois programas de rádio - de música e entrevistas - criados especialmente para o Savassi Festival e assistir os shows online em lives. Novos artistas e selos, e ainda uma série de encontros com músicos que também são escritores, para uma conversa com público, compõem a programação.

Com o propósito de fomentar uma reflexão diversa e ampliada sobre os caminhos da música instrumental, o Savassi Festival promove também mesas de debates com estudiosos da música. Segue ampliando a programação, traçando um painel sobre a música instrumental com entrevistas, bate- papos, workshops, inclusive associados à indústria de instrumentos musicais, num convite para que novos setores da cadeia produtiva da música façam parte do festival, ampliando seu alcance no cenário da produção de cultura da cidade em vários níveis.

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Homenagem

O festival reconhece e prestigia o talento de quem elevou a nossa música a patamares mundiais. Por isso, nesta edição, o mineiro Toninho Horta é o artista homenageado com o Prêmio Jazz Minas. Toninho Horta recebe o prêmio no dia 30 de outubro, no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas.

Destaque abaixo para algumas das novas atrações:

Webséries

O público cativo e novos espectadores vão poder assistir duas webséries que estreiam no festival: “Planejando o Savassi Festival na Pandemia”, composta por cinco capítulos, em que a equipe conta como é a realização do festival. “Como fazer um disco?” reúne os músicos Rafael Martini, Davi Fonseca, Deangelo Silva, Marcelo Guerra e Cristiano Caldas sobre seus processos. As produções poderão ser vistas no Instagram, no Youtube e no Facebook do Savassi Festival e do Café com Letras.

No rádio

Dois programas de rádio - de música e de entrevistas - foram criados especialmente para o Savassi Festival. O Lugar de Mulher, um projeto que nesta edição se associou ao Savassi Festival, leva ao ar artistas mulheres entrevistadas por outras mulheres. O público vai poder acompanhar o papo pelas páginas do Lugar de Mulher no Instagram e no Facebook e no canal do Youtube. E numa parceria inédita da Rádio Inconfidência com o Savassi Festival, o programa Clube do Jazz, também integra a programação.

LAB

O Savassi Festival LAB (Lei Aldir Blanc), projeto aprovado para realização de três atividades relacionadas à música, se junta ao Savassi Festival . O LAB é composto pelo Planejando o Savassi Festival, o conjunto de palestras que se tornou a websérie; workshops e, ainda, as apresentações dos Novos Talentos do Jazz, Mulheres na Música Instrumental e Música Nova.

Selos

Nesta edição, o Selo Savassi Festival Records convida os selos Sonastério, BlackSun, Grão Discos e Selo Umbilical para uma série de apresentações de seus artistas. Os shows acontecem na Sala Juvenal Dias (Palácio das Artes), no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas e no Café com Letras. Com essa reunião de selos na programação, o Savassi Festival reforça a relevância deste conjunto de selos de gravação para a criação de novos projetos musicais.

Nova Onda

A ação Nova Onda traz um novo recorte estético do festival, com curadoria assinada pela produtora e dj Paloma Parentoni. “Busquei artistas com foco no instrumental, mas que trouxessem algum diferencial para o público e o festival”, diz Paloma. “O festival está caminhando para os seus 20 anos e, com a pandemia, as mudanças que sempre refletimos veio à tona. Estamos mais digitais que nunca, aprendemos muito sobre redes e sobre novos espaços dentro de todos que o Savassi Festival faz questão de abrir para os artistas. A importância da nova onda para o Festival é exatamente a agregação de um novo público”, ressalta a curadora.

Disco comentado

O festival não abre mão de reverenciar nomes consolidados da cena instrumental. Com uma carreira longeva e reconhecido internacionalmente, Juarez Moreira foi convidado para a Escuta Comentada. O músico mineiro vai comentar o seu disco inédito "Dedicatória'', a ser lançado pelo Savassi Festival Records.

Música e livro

A programação Música em Livro celebra o encontro da música com a literatura. “Ver um músico contando suas próprias histórias é um delírio”, comemora a curadora Malluh Praxedes, jornalista, produtora e escritora que conhece a cena musical de BH graças às suas quatro décadas dedicadas à cultura de Minas. Ela traz para o festival o olhar apurado de uma aficionada por música e literatura.

No Música em Livro, Malluh, além da assinatura na curadoria, vai conduzir entrevistas com os autores-músicos. Ela selecionou nomes que fazem parte da história da música de Minas que reverberam no Brasil e fora dele e contam uma parte importante da música brasileira:

O livro de Túlio Mourão "Alma de Músico" é necessário pelas histórias divertidas e emocionantes.

O músico Chico Amaral fez uma longa entrevista com Milton Nascimento em "A Música de Milton Nascimento" , no qual Bituca reconta histórias que poderiam ficar perdidas.

“A Bossa Nova Instrumental - O Samba Jazz pelo Olhar de Paulo Moura", de Cléber Alves, narra o princípio da carreira de um homem que marcou definitivamente a história da música brasileira.

Robertinho Silva é o autor de "Se a Minha Bateria Falasse". “São histórias divertidas e que ele conta com graça incomparável”, diz Malluh. Compositor e mestre dos tambores, Maurício Tizumba vai falar de seu “De Camarões: Veredas de Maurício Tizumba”. Robertinho Silva e Tizumba farão um workshop sobre a arte de tocar tambores, percussão e bateria. E depois farão um bate-papo com o público sobre suas histórias e ritmos fortes e envolventes.

Malluh também convidou o multi-instrumentista Enéias Xavier para apresentar o livro “Jamba” e, ainda, o jornalista e escritor Paulo Vilara com seu "Jazz! Interpretações - Pequenas Histórias de Fúria, Dor e Alegria". E, ainda, lançamento do livro “Música Criativa: Performance, Improvisação e Inovação” e um bate-papo com os professores Mauro Rodrigues (UFMG) e Cliff Korman (Uni-Rio).

Talentos

O compositor e violonista Guinga, um dos nomes mais relevantes da música brasileira, pela primeira vez se apresenta no Savassi Festival. Destaque também para o pianista carioca Jonathan Ferr, que se dedica a levar o jazz a um novo público.

Vale ficar de olho neste line up: Fred Selva e Continentino Duo no Savassi Lab, Aaron Goldberg (EUA) no Jazz Por Favor, e a pianista e cantora mineira Carla Sceno Trio na Noite Selo Black Sun.

A compositora, cantora e instrumentista Jennifer Souza também vale destacar. Ela atua no cenário independente por meio de seu trabalho solo, mas também participa de projetos coletivos como o Transmissor e o sexteto Moons, de folk rock.

O Duo Mitre, composto pelas irmãs Luísa Mitre (piano) e Natália Mitre (vibrafone e percussão), lança no Savassi Festival o primeiro álbum “Seiva”, pelo selo Savassi Festival Records. O disco tem participação da clarinetista israelense Anat Cohen, da violinista Carol Panesi, da clarinetista Joana Queiroz e da multi-instrumentista Léa Freire.

Congresso

O Congresso Acadêmico Pensar Música é uma parceria entre o Savassi Festival, a Escola de Música da UFMG e a Escola de Música da UNIRIO, e será conduzido pelo professor Mauro Rodrigues, da UFMG, e pelo professor Cliff Korman, da UNIRIO. Esta é a segunda edição do encontro em que palestrantes convidados trazem para o festival uma reflexão conceitual da música por meio do pensamento acadêmico. Transmitido pelo Youtube e pelo Facebook do Savassi Festival e do Café com Letras.

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Foto: Divulgação

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